A reabilitação e estimulação cognitiva são voltadas para pessoas que apresentam alterações nas funções mentais superiores, como memória, atenção, linguagem, raciocínio e orientação. Essas alterações podem surgir em decorrência de quadros neurológicos, como demência, AVC, traumatismo cranioencefálico, ou até mesmo por envelhecimento natural.
O trabalho é desenvolvido com base em atividades estruturadas e planejadas que estimulam as áreas cognitivas comprometidas. São utilizados jogos, dinâmicas, exercícios escritos, recursos digitais e estratégias de organização da rotina para manter ou recuperar habilidades que impactam diretamente a autonomia do indivíduo.
A atuação do terapeuta é fundamental para personalizar os estímulos conforme o nível de desempenho e as necessidades funcionais do paciente. Além disso, a abordagem considera o impacto emocional e social dessas perdas, promovendo bem-estar, autoestima e inclusão.
A estimulação cognitiva é também uma importante ferramenta preventiva, especialmente em idosos, contribuindo para manter o cérebro ativo e funcional. Com acompanhamento contínuo e intervenções direcionadas, é possível preservar a independência nas atividades diárias e melhorar significativamente a qualidade de vida.